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O BRASIL NAS COPAS - 1954


Por Daniel Nápoli


Após a sofrida derrota na final do Mundial anterior, o Brasil foi para a Suiça-1954, de “manto novo”. Foi a primeira Copa em que o Brasil passaria a jogar de camisa amarela e calção azul, nascia assim a “Seleção Canarinho”.

Apesar da tentativa de “exorcizar” os fantasmas de quatro anos antes, seis jogadores da Copa-1950 se mantiveram no grupo: Castilho, Nilton Santos, Ely, Bauer, Baltazar e Rodrigues.




O técnico Zezé Moreira levou para a Suiça, os seguintes atletas:

Goleiros – Castilho (Fluminense), Veludo (Fluminense) e Cabeção (Corinthians)

Laterais – Djalma Santos (Portugesa-SP) e Nilton Santos (Botafogo)

Zagueiros – Brandãozinho (Portuguesa-SP), Paulinho (Vasco da Gama), Alfredo (São Paulo) e Mauro Ramos (São Paulo)

Meio-campistas – Pinheiro (Fluminense), Bauer (São Paulo), Ely (Vasco da Gama), Dequinha (Flamengo), Julinho Botelho (Portuguesa-SP) e Didi (Fluminense)

Atacantes – Baltazar (Corinthians), Pinga (Vasco da Gama), Rodrigues (Palmeiras), Maurinho (São Paulo), Humberto (Palmeiras), Índio (Flamengo) e Rubens (Flamengo)

O Brasil estrou naquele Mundial, no dia 16 de junho  em Genebra, goleando a seleção mexicana por 5x0, com gols de Baltazar, Didi, Pinga (duas vezes) e Julinho Botelho. Após um início animador, a seleção brasileira ficou no empate diante da Iugoslávia, por 1x1, em Lausana, com gol de Didi.

Com uma vtória e um empate, o Brasil estava classificado para as quartas de final,  fase em que iria medir forças contra a Hungria, sensação daquela Copa, que vinha atropelando seus adversários.

Veio o dia 27 de junho, em Berna e com ele a partida Hungria x Brasil. Apesar dos esforços dos comandados de Zezé Moreira, a Hungria foi superior, vencendo o confronto por 4x2. Djalma Santos e Julinho Botelho foram os autores gols daquele jogo, que marcou a eliminação Canarinho de mais um Mundial.

Na mesma Berna e no mesmo Estádio Wankdorf, dias depois, a poderosa Hungria perderia a final daquela Copa para a Alemanha, com a decisão passando a ser conhecida como o  “Milagre de Berna” e pelo segundo Mundial seguido o futebol mais vistoso não havia se sagrado campeão.





Moura Nápoli

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