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Especial Centenário Alvinegro

A VEZ DO TORCEDOR

Por Daniel Nápoli

Hoje, 13 de abril de 2012, véspera do centenário do Santos Futebol Clube, ao invés de postarmos alguma curiosidade, ou algum feito do clube ao longo deste quase um século de existência, resolvemos inovar. Este post será dedicado exclusivamente ao torcedor santista, principal motivo deste Especial, iniciado no dia 14 de fevereiro.

Representando os torcedores do alvinegro da Vila espalhados por todo o país, destacamos dois. Angélica Bichara e Renan Pereira em palavras definem o que é ser santista e como surgiu a grande paixão pelo Peixe.

Boa leitura!


Angélica Bichara, 21, professora de Dança e estudante de educação física

Ser santista para mim é...

... É difícil descobrir palavras boas o suficiente para descrever a grandiosidade desse sentimento que guardo pelo Santos Futebol Clube.

Difícil porque nasci santista, e morrerei santista, e jamais poderia ter sido diferente. Meu pai me ensinou a compreender, a conhecer e a amar o Santos e, portanto o Santos faz parte da nossa família, é um amor que será transmitido de gerações em gerações...

Hoje em dia compartilhamos tudo: notícias, desejos, palpites, comemorações e títulos!! E nesses meus 21 anos foram títulos inesquecíveis de times memoráveis. Que orgulho possuo de poder dizer que pude assistir jogar e comemorar títulos com as duas últimas gerações dos Meninos da Vila. Em 2002/2004 com aquele time mágico comandado por Robinho, Diego, Léo, Elano, Alex, Robert, e tantos outros. E a geração atual, que desde 2010 vem conquistando títulos e fazendo os bons admiradores de futebol aplaudir de pé. Com Neymar, Paulo Henrique Ganso, Robinho, André, Elano, Arouca, Léo, Ibson, Rafael, Edu Dracena e todos que fizeram parte deste elenco desde 2010. Que alegria de ter podido ver atuações mágicas, de ter visto dias e conquistas gloriosas...

Enfim não só pelo que vi, e presenciei desde que nasci, mas com certeza, por toda a história que engrandece e iniciou toda essa mágica em torno do Santos FC, que com grandes ídolos, mitos como na geração de Ouro de Pelé em 62/63 difundiram o futebol santástico por todo mundo e reinventaram o esporte com o futebol-arte, o futebol bonito, o futebol que encanta e inebria, o futebol com amor! Amor. Palavra que representa o Santos na minha vida. Palavra que representa o que sinto quando os vejo jogar e quando recordo de sua história centenária e gloriosa que ostenta.

Há cem anos, desde sempre e para sempre: agora quem dá bola é o Santos, Glorioso Alvinegro Praiano! Patrimônio histórico do futebol brasileiro e mundial, fábrica de craques, berço do Rei e de gênios do futebol...

UM ORGULHO QUE, com certeza, NEM TODOS PODEM TER!

Ser santista é ser AMOR!



Renan Pereira, 23, jornalista

Uma vez Santos, sempre Santos!

O ano era 1995. Eu tinha apenas 7 anos de idade. Aprendi a ser santista com uma derrota. Santos e Botafogo-RJ fizeram a final do Campeonato Brasileiro daquele ano. Ainda sem entender muito bem o que estava acontecendo, eu vibrava com o time da Vila Belmiro (a princípio mais por influência do meu pai do que por qualquer outro motivo).

Não importa. Se era o time dele era o meu também e eu torcia com todas as forças para o clube que estampava duas lindas estrelas amarelas no peito. Estávamos todos confiantes (eu, meu pai e meu irmão) que veríamos o Alvinegro ser campeão naquele dia. Mas não foi bem isso o que aconteceu.

De um lado, o Santos tinha um dos eternos craques da camisa 10 que passaram pelo clube, o Giovanni. Do outro, o time carioca contava com o oportunista e arrogante, Túlio Maravilha. Lembro como se fosse hoje. O primeiro jogo aconteceu no Rio e foi 2 a 1 para o adversário, com gol impedido do time da casa. A partir dali comecei a perceber também que infelizmente muitas vezes o futebol é marcado por injustiças, o que muitas vezes estraga o brilho do esporte.

No segundo jogo, no Pacaembu, o Santos precisava de qualquer vitória para bater o adversário e ficar com a taça, mas infelizmente a partida terminou 1 a 1. Túlio Maravilha marcou para o time do Rio (novamente impedido) e o juiz (Marcio Resende de Freitas) anulou um gol legítimo de Camanducaia, no último minuto – o que daria o título ao Santos.

Não teve jeito. Fora isso o time da Vila teve várias oportunidades com Narciso, Jamelli, Robert, Marcelo Passos, Macedo e o próprio Giovanni. Graças à inspiração de Wagner, goleirão do time carioca, e à péssima arbitragem, a bola não entrou de novo.

Quando o jogo terminou chorei incessantemente por dois dias e ali começava a minha relação de amor com o Glorioso Alvinegro Praiano. Foi com aquela derrota extremamente injusta que aprendi a gostar de verdade do Santos, mesmo entendendo ainda muito pouco de futebol.

Os anos 90 foram críticos. Quase não vi meu time ser campeão e era sempre zoado nas rodinhas de futebol por torcer para um time que há muito não conseguia estabilidade. Daí o século virou e com ele uma nova era na Vila Belmiro. Robinho e Diego e mais tarde Neymar e Ganso devolveram a alegria ao torcedor santista e colocaram o time da Baixada novamente no lugar onde ele merece estar.

Ser santista, para mim, é muito mais do que torcer para um time de futebol e tirar sarros dos amigos nos fins de semana. Ser santista é amar intensamente algo e não saber explicar muito bem o motivo. Ser santista é algo que faz parte da minha existência e que envolve os sentimentos mais profundos. Como costuma dizer o meu pai, santista fanático, “uma vez Santos, sempre Santos
”.

Moura Nápoli

Moura Nápoli

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